Sou o chefe da família de quatis e guardião do Vale da Ferradura! Com natureza exuberante, a área abriga mais de 30 espécies de animais silvestres. Vivemos em equilíbrio e contamos com a tua contribuição para preservação do nosso habitat natural!


Moro no parque há muito tempo. A equipe da Skyglass chegou e botou os caçadores para correr. Hoje, estamos muito mais seguros!

Olá, eu sou o Gumercindo!

BRASIL, A MAIOR BIODIVERSIDADE DO PLANETA!

Com ampla extensão territorial e diferentes climas, o Brasil possui a maior biodiversidade do planeta. O monitoramento da fauna no Parque da Ferradura envolve três grupos: aves (avifauna), répteis e anfíbios (herpetofauna) e mamíferos (mastofauna).

ANIMAIS QUE HABITAM NA REGIÃO 

Quati (Nasua nasua)

Os quatis vivem em grupos de 30 ou mais indivíduos. Além de frutos, comem pequenos animais, como roedores, aves, répteis e insetos. Quando há abundância de alimentos de origem antrópica (lixeiras e comedouros), podem passar a se alimentar principalmente disso. Não alimente os animais!

 

Macaco-prego (Sapajus nigritus)

O primata neotropical mais inteligente. Sua dieta é composta basicamente de insetos e frutos, mas é comum invadirem casas e áreas agrícolas em busca de alimentação. O hábito acaba causando ataques de humanos e animais domésticos

 

Javali (Sus scrofa)

Espécie introduzida artificialmente no Rio Grande do Sul. Originário da Eurásia e norte do continente Africano, está em praticamente todos os continentes. Podem viver solitários ou em grupos. Buscam alimento fuçando na lama, o que causa forte impacto sob o solo exposto e a vegetação removida.

 

Gato-mourisco (Puma yagouaroundi)

Espécie em risco de extinção como vulnerável. Habita florestas de planícies e matas. Percorrem grandes distâncias em um dia. Cerca de sete quilômetros em 24 horas. Sua dieta compreende mamíferos de médio e pequeno porte.

 

Paca (Cuniculus paca)

Podem pesar até 10 quilos. Constroem tocas ou buracos em barrancos, sempre com saídas de emergência cobertas por folhas. Em função de fatores culturais, de apreciação da carne e da fragmentação de seu habitat, estão ameaçadas pela caça.

 

Serelepe (Guerlinguetus ingrami)

Possuem cauda volumosa de comprimento igual ou maior do que o corpo. Alimentam-se de frutos, sementes e pequenos invertebrados. Fazem suas tocas nos ocos das árvores.

 

Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla)

Focinho protuberante, ausência de dentes diferenciados e uma grande língua fina e comprida são características dos tamanduás. Comem cupins e formigas. Possuem garras fortes e afiadas para escavar cupinzeiros e formigueiros. O mel também pode fazer parte de sua dieta.

 

Graxaim-do-mato (Cerdocyon thous)

São onívoros, ou seja, têm sua dieta baseada em pequenos vertebrados, invertebrados e frutas. Durante o dia, ficam escondidos em tocas, fendas e ocos de árvores.

 

Tatu-galinha (Dasypus novemcinctus)

Vivem em tocas que eles mesmos escavam. Alimentam-se principalmente de invertebrados, pequenos vertebrados, tubérculos, frutas e fungos. Apresenta nove cintas móveis em sua carapaça.

 

Preá (Cavia aperea)

Pesam de 500 gramas a 800 gramas. Possuem cauda atrofiada e densa pelagem. Comem grãos e folhas.

 

Veado-catingueiro (Mazama gouazoubira)

Pesam em média 18 quilos e medem 50 centímetros. Alimentam-se de folhas, frutos, flores e fungos. Podem retirar cascas de árvores com os dentes incisivos e marcar o território com fezes, urina ou pelas suas glândulas odoríferas.

 

Puma (Puma concolor)

Segunda maior espécie de felino das Américas e quarta maior do mundo. O peso médio de um macho adulto pode variar entre 40 quilos e 72 quilos. O corpo é alongado e esguio. Também é chamado de leão-baio ou suçuarana.

 

Gambá (Didelphis albiventris)

Pesam de 500 gramas a 2,8 quilos. Possuem cauda longa e preênsil. São imunes ao veneno de serpentes como jararaca, cruzeiro e cascavel. São marsupiais, ou seja, possuem uma bolsa na qual os filhotes ficam até os quatro meses.

 

Lagarto-teiú (Tupinambis merianae)

A cabeça é comprida e a mandíbula e o maxilar são fortes, repletas de pequenos dentes pontiagudos. Maior lagarto do continente, podem atingir até 1,20 metro de comprimento.

 

Sapo-cururu (Rhinella ictérica)

É um animal muito útil ao homem por controlar a população de insetos e lesmas. É muito comum de ser encontrado em área habitadas por causa da fartura de comida proporcionada pela iluminação (lâmpadas), que atraem grande quantidade de insetos.

AVES QUE HABITAM NA REGIÃO 

Saíra-viúva (Pipraeidea melanonota)

Ave com a aparência de um tangará com as costas pretas.

 

Saíra-preciosa (Tangara preciosa)

Dançarino preciso. O macho é uma das saíras mais coloridas. Tanto machos como fêmeas medem 15 centímetros.

 

Mariquita (Setophaga pitiayumi)

Ave de peito amarelo que come mariposas. Apesar das cores, podem passar despercebidas no meio das galhadas altas.

 

Pitiguari (Cyclarhis gujanensis)

Pássaro com narinas redondas da Guiana.

 

Tico-tico (Zonotrichia capensis)

Pássaro com cabelo listrado do Cabo da Boa Esperança. A canção “Tico-tico no Fubá”, composta em 1917 por Zequinha de Abreu, é um chorinho de fama internacional.

 

Carcará (Caracara plancus)

Seu nome tem relação com a vocalização que emite. Águia que emite o som “cará, cará”.

 

Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)

Ave de canto muito apreciado, semelhante ao som de uma flauta. Canta principalmente ao alvorecer e a tarde.

 

Gralha-azul (Cyanocorax caeruleus)

São aves muito inteligentes. Sua comunicação é bastante complexa. Consta de, pelo menos, 14 termos vocais (gritos) bem distintos e significantes.

 

Urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura)

Adulto apresenta a pele nua da cabeça e do pescoço vermelhas, além de um escudo nucal branco. A plumagem é predominantemente preta, com dorso marrom-escuro quase preto, além das longas penas das asas de coloração cinza-escuro.

João-de-barro (Furnarius rufus)

É uma das aves de mais fácil observação. Além de não se afastar de seu território, não é arisca.

 

Sanhaço-cinzento (Tangara sayaca)

O animal adulto apresenta coloração geral cinzenta, com as asas e cauda de coloração azul turquesa.

 

Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

Seu nome popular tem origem onomatopeica. O seu canto trissilábico característico lembra as sílabas “bem-te-vi”, que dão nome a espécie.

 

Anu-preto (Crotophaga ani)

Pássaro comedor de carrapatos. Vivem em bandos, ocupando territórios coletivos durante todo o ano.

 

Avoante (Zenaida auriculata)

Espécie que pode medir 25 centímetros de comprimento. Voam muito rápido com modificações de altura e em ziguezagues.

 

Quero-quero (Vanellus chilensis)

Ave símbolo do Rio Grande do Sul. Possuem um esporão pontudo, que é exibido aos inimigos com um alçar de asa ou durante o voo.

 

Fonte: Bióloga Rafaela Sole Bach Nunes – Ecoa Ambiental, 2020

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